| O Mosquito e o Touro |
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Um Mosquito que estava voando, a zunir em volta da cabeça de um Touro, depois de um longo tempo, pousou em seu chifre, e pedindo perdão pelo incômodo que supostamente lhe causava, disse: “Mas, se, no entanto, meu peso incomoda o senhor, por favor é só dizer, e eu irei imediatamente embora!”
Ao que lhe respondeu o Touro: “Oh, nenhum incômodo há para mim! Tanto faz você ir ou ficar, e, para falar a verdade, nem sabia que você estava em meu chifre.”
Com frequência, diante de nossos olhos, julgamos-nos o centro das atenções e deveras importantes, bem mais do que realmente somos diante dos olhos do outros.
Moral da História:
Quanto menor a mente, maior a presunção.
| O Leão e o Rato |
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foi despertado por um Rato, que passou
correndo sobre seu rosto. Com um bote
ágil ele o pegou, e estava pronto
para matá-lo, ao que o Rato suplicou:
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Ora, se o senhor me poupasse, tenho
certeza que um dia poderia retribuir
sua bondade. Rindo por achar rídícula a
idéia, assim mesmo, ele resolveu libertá-lo.
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Aconteceu que, pouco tempo depois,
o Leão caiu numa armadilha colocada
por caçadores. Preso ao chão, amarrado
por fortes cordas, sequer podia mexer-se.
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O Rato, reconhecendo seu rugido,
se aproximou e roeu as cordas até
deixá-lo livre. Então disse:
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O senhor riu da simples idéia de
que eu seria capaz, um dia, de retribuir
seu favor. Mas agora sabe, que mesmo
um pequeno Rato é capaz de fazer
um favor a um poderoso Leão.
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Moral da História:
Nenhum ato gentileza é coisa vã.
Não podemos julgar
a importância de um favor,
pela aparência do benfeitor.
| As Árvores e o Machado |
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árvores, para que estas lhe
doassem um cabo para o seu
machado novo. O conselho das
árvores então concorda com o
seu pedido, e lhe ofertam uma
jovem árvore para este fim.
E logo que o homem coloca o
novo cabo no machado, começa
furiosamente a usá-lo, e em pouco
tempo, já havia derrubado com
seus potentes golpes, as maiores
e mais nobres árvores daquele bosque.
Um velho Carvalho, observando
a destruição à sua volta, comenta
desolado com um Cedro seu vizinho:
O primeiro passo significou a
perdição de todas nós.
Se tivéssemos respeitado os direitos
daquela jovem árvore, também
teríamos preservado os nossos, e
poderíamos ficar de pé,
ainda por muitos anos.
Moral da História:
Quem menospreza seu semelhante,
não deve se surpreender se um dia,
outros fizerem o mesmo consigo
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