
O I Ching (Yì Jīng) ou Livro das Mutações surgiu na China há mais de 3.000 anos, servindo como aconselhamentos de origem cósmica; segundo a literatura chinesa antiga, o imperador Fu Hsi, herói lendário, considerado o fundador da civilização chinesa, foi quem inventou esse sagrado livro. Posteriormente, o rei Wen acrescentou julgamentos (análise adicional), o Duque de Chou, incorporou comentários às linhas mutáveis (aspectos sutis de previsão) e, finalmente, o sábio Confúcio↑, escreveu textos relativos à imagem (interpretação da simbologia).
Para a sabedoria chinesa, reconhecer as forças que estão agindo em determinada situação é fundamental para o sucesso; eles argumentam que ao travar o devido conhecimento é possível colaborar com o movimento natural em direção ao futuro. Observe que grande sabedoria - se houver abertura: seguimos; se não houver possibilidade: desistimos. A ideia básica do I Ching é o conceito de mutação, a grande alternância entre as forças yin↑ e yang↑ no âmbito dos cinco elemento (chineses)↑ e todos permeados pela energia ki (força vital). Esses elementos são representados por linhas que se sucedem ou não, conectadas ou desconectas, como um sistema binário (similar a linguagem de um computador), que são denominado trigramas (três linhas), em um total de oito símbolos:
Pense, reflita, clique no símbolo
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