Ao
olhar uma mandala vemos um desenho circular, que contém em seu interior
formas variadas. No centro desse desenho há uma área da qual tudo
parece ter sido gerado.
O
nome mandala faz pensar em energia, em algo misterioso, o que provoca
uma atração universal pelas mandalas. Como no passado, hoje todos querem
saber o que é, realmente, uma mandala.
| Mandala por Marcelo Dalla |
Ao
analisar uma mandala, encontramos alguns elementos comuns a todas. A
forma circular é uma regra. 0 ponto central é outro elemento sempre
presente na mandala legítima. A repetição ou simetria das formas que
constituem o desenho e uma constante.
O
ponto principal da mandala é o seu centro, ao redor do qual o desenho
parece se desenvolver. Esse ponto é um foco visual que atrai o olhar do
observador da mandala.
A
forma circular, que cria o campo de desenvolvimento do desenho da
mandala, que é limitada por uma linha contínua, fecha o espaço e o
divide em parte interior e parte exterior.
Os
simbolismos de cada uma das partes que constituem o desenho de uma
mandala é interessante. Mesmo que o criador de uma mandala não tenha
consciência daquilo que faz, ele coloca em sua criação elementos
simbólicos ancestrais. Ao desenhar uma mandala, criamos algo sagrado.
Numa
mandala, o espaço interior, onde as formas se desenvolvem é sagrado,
aquilo que está fora desse espaço é profano, A linha circular é,
portanto, o limite entre o divino e o mundano, entre a consciência e a
inconsciência, entre a alma e a matéria, entre a união e a desagregação.
A linha circular é uma fronteira.
| Mandala por Marcelo Dalla |
O
desenho da mandala tem quase sempre uma estrutura geométrica, que
divide o espaço em porções simétricas. A numerologia e a geometria são
analisadas numa mandala de acordo com suas simbologias. A emanação das
figuras geométricas e do número de divisões do espaço é uma realidade.
Esses dois fatores determinam a chamada “vibração da mandala”.
A
vibração de uma mandala não está só ligada às suas formas e estrutura
numérica. Essa emanação vibracional tem muito a ver com as cores usadas,
pois desenho e cor são inseparáveis numa mandala.
O
simbolismo das cores e seu poder vibratório criam uma força que define
grande parte da atuação vibracional da mandala. Chega a ser quase a
metade de sua influência.
Diante
do que foi exposto, vimos que a mandala é na verdade um campo de força,
no qual as emanações das formas, da estrutura numérica e das cores são
poderes vibracionais atuantes.
Sendo
assim, uma mandala pode alterar as vibrações daquilo que suas emanações
atingem. E isso é uma realidade. Quando fazemos contato visual com uma
mandala nossa energia se altera e essa modificação é sempre muito
positiva.
O
campo de força de uma mandala modifica a nossa energia em vários
níveis. Ele estimula a mente, equilibra as emoções e ativa os processos
físicos, ajudando a restabelecer sua função plena. A mandala é uma fonte
de cura – no sentido amplo, benéfico e quase sagrado que ela tem.
espetacular a matéria... fiquei sabendo mais sobre a energia das mandalas e oseu significado... gostei muito... vc está de parabéns... vou compartilhar... desejo muita luz no seu caminho... bjos no coração... nina
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