André Carneiro
André Carneiro é um dos dois maiores poetas vivos brasileiros, segundo Bernard Lorraine, poeta e critico francês.
É o único
escritor brasileiro de “science-fiction” traduzido na Espanha,
Argentina, França, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, ltália, Bulgária,
Suécia e Japão. É considerado mestre internacional do gênero.
(…) seus poemas são construídos arquiteturalmente, num equilíbrio
de verbalismo e emoção” (Ferreira Gullar)
de verbalismo e emoção” (Ferreira Gullar)
“Seu poder de comunicação chega a ser contundente,
fere mais do que a sensibilidade à flor da pele” (Cassiano Ricardo)
“Uma continuidade modelar do Modernismo numa renovada e luminosa expressão”fere mais do que a sensibilidade à flor da pele” (Cassiano Ricardo)
(Oswald de Andrade)
Biografia (resumida)
André Carneiro
considera a poesia sua principal atividade, entretanto, dotado de uma
capacidade artística plenamente desenvolta, dedica-se à criação em
várias artes.
Cineasta,
criou e dirigiu filmes de pesquisa artística, premiados aqui e no
exterior.Roteirista, foi premiado no Concurso Nacional para Roteiros, no
Quarto Centenário de São Paulo. Seu filme Solidão representou o Brasil
no Concurso Internacional para Filmes Artísticos, sendo premiado na
Inglaterra em 1952,e exibido na França e Itália.
Seu conto O Mudo foi transformado em filme de longa metragem, dirigido por Júlio Xavier da Silveira em produção da Embrafilme.
Atuou no cinema publicitário dirigindo curtas metragens e comerciais na televisão.
Seu conto O Mudo foi transformado em filme de longa metragem, dirigido por Júlio Xavier da Silveira em produção da Embrafilme.
Atuou no cinema publicitário dirigindo curtas metragens e comerciais na televisão.
Fotógrafo artístico, participou de vários salões nacionais e internacionais, tendo sido premiado no Brasil, Holanda e Itália.
Pintor e escultor,
inovou a arte expondo seus trabalhos aos quais denomina “pintura
dinâmica”, técnica na qual se vale de líquidos químicos imiscíveis ou
não que tomam várias formas em compartimentos transparentes justapostos.
Também realizou exposições de “Poesia Colagem”, técnica com a qual criou capas de livros de vários autores.
Também realizou exposições de “Poesia Colagem”, técnica com a qual criou capas de livros de vários autores.
Jornalista, foi
editor e criador do conceituado jornal literário TENTATIVA, 1949,
apresentado por Oswald de Andrade, para o qual colaboraram, na época, os
maiores escritores nacionais, como Sérgio Milliet, Graciliano Ramos,
José Lins do Rego, Vinícius de Morais e outros.
Como contista e romancista
alcançou repercussão mundial. “André Carneiro deu o salto
internacional,” afirmou o crítico Fausto Cunha. É o único escritor
brasileiro de “science-fiction” traduzido na Espanha, Argentina, França,
Inglaterra, Alemanha, Bélgica, ltália, Bulgária, Suécia, Japão etc.
Considerado mestre internacional do gênero, foi destaque da importante
editora norte-americana Putnam na antologia The Definitive Year’s Best
Selection, de 1973, que editou os melhores contos de Ficção Científica
do Mundo. Também tem seus contos publicados numa antologia universitária
americana ao lado de nomes como Solzhenitsyn, Rafael Alberti, Gabriela
Mistral, Anton Chekhov, Behold Brecht, Tagore, D.H. Lawrence, Jacques
Prévert, Cisneiros, Huxley, etc.
Seu romance
Piscina Livre, 1980, traduzido na Suécia, alcançou sucesso critico.
A.E. Van Vogt (USA) o comparou a Kafka e Albert Camus. A Dictionary of
Contemporary Brazilian Authors afirma que André escreve “a mais original
F. C. do Brasil”. Também o crítico espanhol Augusto Uribe o considera o
melhor autor em literatura fantástica da América Latina. Daniel
Barbieri (Argentina) o cita como “o mais destacado escritor
latino-americano do gênero”. Dinah Silveira de Queiroz o trata por
“nosso mestre da F.C.”, e Carlos Drummond de Andrade afirmou que, “em
Piscina Livre, André exercita de maneira brilhante a originalidade de
ficcionista”.
Seu nome
consta como verbete de enciclopédias nacionais e estrangeiras. É o
único membro na América do Sul do Science Fiction & Fantasy Writers
of América, entidade profissional de escritores americanos.
Estreou na poesia
com o livro Ângulo & Face, 1949, editado por Cassiano Ricardo, que
afirmou: “seu poder de comunicação chega a ser contundente, fere mais do
que a sensibilidade à flor da pele”. Esse primeiro livro, assim como os
demais, sempre são recebidos com elogios de toda a crítica brasileira.
José Geraldo Vieira destacou que “somente alguns dos seus poemas já
bastariam para o inserir entre as melhores expressões do modernismo”.
Otto Maria Carpeaux destaca “os versos comoventes de Ângulo e Face”.
Em Portugal, A. Garibaldi afirma que André é “um dos grandes nomes da lírica brasileira”.
Ferreira Gullar lamenta que “a poesia sóbria e humana de André Carneiro passe despercebida do grande público: seus poemas são construídos arquiteturalmente, num equilíbrio de verbalismo e emoção”. “Poesia autêntica, sem ornatos inúteis, direta e bela” na opinião de Pascoal Carlos Magno. Lígia Fagundes Teles declarou: “Temos um verdadeiro poeta pela frente”. Cristovam Pavia, conhecido poeta português, considerou a poesia de A.C. “de originalidade admirável, profunda e madura”. Roger Bastide disse: “amei a pureza e o senso de escolha das imagens e seu valor no conjunto, confirmando o que Sérgio Milliet já me havia falado”. Carlos Drummond de Andrade, noutra oportunidade, reiterou que a poesia de André Carneiro “transfigura as coisas cotidianas”.
“Uma continuidade modelar do Modernismo numa renovada e luminosa expressão”, escreveu Oswald de Andrade.
André Carneiro é um dos dois maiores poetas vivos brasileiros, segundo Bernard Lorraine, poeta e critico francês.
Em Portugal, A. Garibaldi afirma que André é “um dos grandes nomes da lírica brasileira”.
Ferreira Gullar lamenta que “a poesia sóbria e humana de André Carneiro passe despercebida do grande público: seus poemas são construídos arquiteturalmente, num equilíbrio de verbalismo e emoção”. “Poesia autêntica, sem ornatos inúteis, direta e bela” na opinião de Pascoal Carlos Magno. Lígia Fagundes Teles declarou: “Temos um verdadeiro poeta pela frente”. Cristovam Pavia, conhecido poeta português, considerou a poesia de A.C. “de originalidade admirável, profunda e madura”. Roger Bastide disse: “amei a pureza e o senso de escolha das imagens e seu valor no conjunto, confirmando o que Sérgio Milliet já me havia falado”. Carlos Drummond de Andrade, noutra oportunidade, reiterou que a poesia de André Carneiro “transfigura as coisas cotidianas”.
“Uma continuidade modelar do Modernismo numa renovada e luminosa expressão”, escreveu Oswald de Andrade.
André Carneiro é um dos dois maiores poetas vivos brasileiros, segundo Bernard Lorraine, poeta e critico francês.
Ganhou inúmeros
prêmios nacionais como o Machado de Assis, do Estado da Guanabara,
Melhor Livro do Ano,da Câmara Municipal de São Paulo, Prêmio Alphonsus
de Guimaraens, em 1966,da Academia Mineira de Letras,e o Prêmio Nacional
Nestlé, 1988,com o livro Pássaros Florescem, ed.Scipione.
Sua obra poética
foi estudada durante anos pelo Prof. de Literatura da UNESP, Osvaldo C.
Duarte,como motivo de sua dissertação de Mestrado O Estilo de André
Carneiro,aprovada com nota máxima e louvor em 1996.O Prof. Duarte ainda
escreveu o ensaio A Ciência na Obra Poética de André Carneiro(2001).
André sempre
trabalhou com a hipnose,publicou livros a respeito do tema e participou
dos primeiros Congressos Internacionais de Parapsicologia apresentando
trabalhos nesta área, sendo considerado autoridade no assunto.
Atualmente exerce, além da arte, sua atividade de Analista em
Curitiba,PR.
André pode ser contatado pelo e-mail: andrecarneiro77@hotmail.comPara saber mais sobre o mestre André Carneiro, leia neste site (sob as categorias arte, literatura ou poesia) o texto: André Carneiro, o Mago Quântico da Palavra.
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